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STREETSTYLE PARA MENINOS DE TODOS OS TIPOS

Há algum tempo que os meninos que sempre lêem o blog me pedem para postar algumas coisas especialmente para eles.

Pois bem

1. Boys magia, estilosinhos, mas nada muito pensado e arquitetado. O estilo mora nos detalhes que mostram o apreço deles por moda, ou por se vestir de um certo modo.

2. Boy chucro, o tipo mais comum de hetero bem-vestido. Um casaco ou um sapato/tênis mais legal e só

3. Menino que se liga muito em moda, procura as tendências, e muitos gostam do mix entre a roupa social e o street. Hetero ou não, é um sonho ver um desses na rua

E AGORA

Não façam o mesmo em casa se não souberem segurar o look, logo abaixo. Para quem gosta de montação, tá lindo, e rico né, porque pelo menos um sapato louboutin eu consigo ver aí. Logo abaixo

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SEI QUE O VERÃO JÁ ESTÁ ACABANDO, MAS

Aproveitando que o verão ainda dá seus últimos porém longos suspiros, vou mostrar pra vocês um editorial bem lindo da revista i-D, com uma profusão de cores blocadas, sobrancelhas grossas e make supimpa!

Edição Spring/Summer de 2011

Fotógrafo : John Olins

Styling : Cathy Kasterin

Porque o bom da vida é o sincretismo.

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RODARTE PARA OPENING CEREMONY

Opening Ceremony é uma marca bem legal, norte-americana, que produziu os sapatos dos meus sonhos, aqui , enquanto a Rodarte é liderada por 2 irmãs, que sempre fazem uma alta costura bem linda e diferente de se ver.

Pois é, a Rodarte assinou uma coleção para a Opening Ceremony que é incrível. Muitas estampas, principalmente as florais, tricô, malharia, couro, assimetria. Bem delicada, tem visíveis influências boho 70s e grunge.

Putz.

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BASTHIANNA NO RIO À PORTER

Basthianna apresentou-se às 16h do dia 10.01, logo depois de My Philosophy.

Mas a história foi diferente.

Não que os designers não tenham usado as tendências do ano passado na composição da coleção. No entanto, conseguiram mesclar tudo de maneira muito agradável, inclusive com itens de estamparia floral, o que eu acho maravilhoso, já que é inverno.

Podemos identificar o militarismo, as rendas, a meia com sandália, a cintura bem marcada – com um cinto coringa rústico bem lindo -, macacão, volumes na parte debaixo – lembram da saruel, né? – , maxicolares, as camisas, que permanecem eternas. A cartela de cores é bem neutra, muito bege, marrom, verde.

Achei divertido, e supervendável, aliás, o modo como os stylists fizeram os looks, misturando várias tendências que não têm nada a ver, a primeira vista, como o militar com as rendinhas.

estou achando que esse shortinho, tipo de correr, mas bem acabado e bonitinho vai ser o novo short jeans desse ano. MENTALIZEI!

Open boot de couro desgastado + meia do mesmo tom, amei.

 

E o que acharam? Não sei onde vende a marca aqui em Brasília, mas ela é do Rio. Significaaa

 

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KEIRA KNIGHTLEY NA VOGUE ITALIA

Em 2010 todo mundo só falou do novo cabelo da Emma Watson, mas a atris britânica Keira Knightley também mudou o seu, para um chanel (ou ‘bob’, depois que Lagerfeld impediu que o nome da marca fosse dado a qualquer outra coisa senão produtos da mesma) mais estilizado, com textura e volume.

E apresenta, na edição de janeiro da Vogue Italia de 2011, algumas peças da coleção primavera 2011 da Valentino e Chloé, por exemplo.

Gente, o styling está demais, ficou uma coisa meio menina do campo, com uma melhor amiga/girlfriend malvada sei lá, os editoriais da Vogue Italia e Paris são sempre melhores, na minha opinião, eles são mais livres para criar composições diferentes.

Ah, antes que me esqueça, o editorial foi fotografado pela Elle von Unwerth.

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EDIE SEDGWICK CONHECE A ANDROGENIA

Editorial fotografado em uma luz meio caleidoscópica por Sofia Sanchez e Mauro Mongiello, a modelo Milou van Groesen encarna uma mistura da androgenia com Edie Sedgwick, uma das musas de Andy Warhol para a Numéro #119.

 

 

Edie Sedgwick:

 

cabelos + maxibrincos são as variáveis da fórmula para o styling da modelo Milou van Groesen.

Aliás, tem um filme bem legal, estrelado pela Sienna Miller, ‘Factory Girl’, que conta justamente a história da modelo/socialite/atriz/usuária de barbitúricos inglesa Edie Sedgwick

 

Influências vêm e vão.

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O QUE REPRESENTA A TRANSFORMAÇÃO RADICAL DE DILMA ROUSSEF – UMA REFLEXÃO

 

Juntamente com a chegada de um novo ano – e todos os seus votos de esperança -, o início de 2011 significou, do mesmo modo, a posse de Dilma Roussef na presidência do Brasil.

Talvez não devesse fazer qualquer tipo de conotação política, mas sou favorável à Dilma, e creio que todos nós, como cidadãos, devemos apoiar e torcer por seu trabalho, enquanto ainda há esperança, como dito acima.

Entretanto, o tópico primordial não é sobre sua carreira política ou sobre os ministros que tomaram posse nos últimos dias, mas sobre a transformação radical de seu visual. Proponho que levantemos uma reflexão sobre o assunto.

Faz algum tempo que começou a especulação sobre quem seria a candidata de Lula ao governo, e o nome mais lembrado era o da ministra da Casa Civil, Dilma Roussef. Uma escolha arriscada, pensava, já que a ministra foi militante contra a ditadura, com histórico de assalto a bancos e tudo, e conheço algumas pessoas que apedrejaram-na por esse fato isolado, que ocorreu em um momento singular, radicalmente diferente do hoje. E a situação era um tanto pior, já que Dilma não tinha – e continuou não tendo – experiência em cargos políticos. Mas o que era difícil complicou-se. Sua imagem pessoal.

Dilma era observada como sendo forte, truculenta, brava, rude, persistente. E sua imagem exterior era a de uma mulher envelhecida, sem grandes vaidades, cuja preocupação primordial era o trabalho. Características que, durante o período até sua indicação à candidatura, foram explicitamente manipuladas, já que a população não simpatizava com o que sua figura representava.

Desde então, apesar de um câncer, Dilma participou de um extreme makeover. Suas roupas antigas sumiram, seus cabelos foram gradualmente transformados, e foi observado inclusive pequenas correções estéticas em seu rosto. Celso Kamura foi o hairdesigner responsável e até Alexandre Herchcovitch cuidou de seu styling. Uma equipe de peso para que Roussef fosse considerada com mais simpatia pelos eleitores.

E é exatamente isso que deveria suscitar uma discussão. Obviamente a educação e gentileza posteriores são favoráveis, já que sempre são pontos a serem aprimorados por qualquer indivíduo, mas é importante que avaliemos até onde sua identidade visual realmente faz diferença, principalmente em um cargo como o de Dilma, chefe de Estado. É racional que a opinião pública se transforme apenas pelas mudanças de um look? É possível que com esse comportamento em massa os marqueteiros políticos passem a desconsiderar outros fatores que possam ser infinitamente mais relevantes, como sua experiências, práticas e discurso? Porque, pelo que pudemos observar, essas eleições foram as menos sérias possíveis, no que concerne à parte pragmática e de conteúdos das campanhas e debates dos candidatos. Exceto pela candidata Marina Silva, me arrisco a dizer, que sempre explicitava seus planos de governo.

 

Dilma está linda, seu cabelo está espetacular, e as dicas de styling foram essenciais. Mas e o que a candidata de fato representava além do superficialismo pela qual foi julgada pela opinião em geral?

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ALEXANDER MCQUEEN MENSWEAR

Incrível pensar que vai fazer um ano que o grande estilista Alexander McQueen morreu. Mais incrível é o legado que ele deixou.

Eis a o lookbook da coleção masculina primavera/verão 2011, com o modelo James Smith – amo o cabelo

E as fotos ficam bem maiores, é só clicar.

 

a perfeição reside nos detalhes, principalmente na moda masculina. Observem as mangas, o cumprimento da calça e a gola. Linda a sobreposição dos cinzas.

Mais um vez, detalhes. A gola levantada, com um tecido diferente, a lapela bem estreita, os bolsos assimétricos, a calça bordô – escolha complicada para meninos, que são bem mais restritos com cores –  maravilhosa, com a barra dobradinha, que é uma tendência há bem 1 ano, e os sapatos oxford retro, com os furinhos, bem 50s.

Esse look é ideal para mostrar que ternos claros não precisam de sapatos caramelo ou marrom. Esse xadrez também evoca uma época que já foi, em que os homens ousavam mais na alfaiataria. Ótima opção. Ah, e o charme vem do detalhe do botão da camisa, que parece mais uma polo, se achar foto dela sem sobreposição, mostro aqui!

navy bem bonitinho, com os detalhes na manga da blusa, e o lenço também bordô com as caveiras identidade de McQueen.

Esse look foi montado com peças de fotos anteriores, mas com o paletó de veludo marinho completando. Mais uma vez a lapela estreita.

O terno tem botões mais claros e a calça é mais curta do que o normal, enquanto o sapato não é preto, mas um marrom bem escuro. Atentem à mistura de estampas da gravata e camisa listrada, que também foi uma grande tendência de 2010, mas um pouco deixada de lado, já que as pessoas ainda tem um pouco de medo na hora do styling. Vide o cadarço displicentemente desamarrado.

Então é isso, uma cartela de cores sóbria, com marinho e bordô. O mais importante é a riqueza dos detalhes, que embora não sejam extravagantemente construídos, como na moda feminina, forma a identidade da coleção, tradicional, mas bem moderna.

Fenomenal.

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BALLETS RUSSES

Karlie Kloss faz a bailarina russa, nesse editorial maravilhoso da Vogue UK de outubro.

Tudo inspirado na companhia de dança Ballets Russes, pelo empresário artístico Serguei Diaghilev, sendo um dos gênios do balé moderno, que trabalhava justamente uma estética extremamente radical para o início do século XX.

Se prestares atenção, dá pra ver Gaultier, Dior, Alexander McQueen, Givenchy. Tudo em uma temática bem circense louca.

O que o styling não consegue, né gente, alta-costura virando artífice de dança.

Sergei, pelo The Guardian. (só clicar)

 

Prokofiev, compositor russo da primeira metade do século XX, : is “a giant, undoubtedly the only one whose dimensions increase the more he recedes into the distance”.

[um gigante, sem dúvida, o único cujas dimensões crescem, o quanto mais ele se afasta]

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OLD GLAM HOLLYWOOD

Não tenho o costume de postar editoriais de moda com atrizes, mas Anne Hathaway está linda na Vogue US de novembro. Para quem não se recorda, a atriz foi a estagiária de “O Diabo Veste Prada”.

A proposta da produção é a de trazer o  velho glamour de Hollywood, dos anos 50 e 60, com uma clara referência à Holly Golightly, prostituta interpretada por Audrey Hepburn em “Bonequinha de Luxo”.

Achei o styling um pouco poluído, com uma overdose de maxijóias, tudo no mesmo lugar. E, todas as fotos são de perfil. Cansativo.

Fotografias de Mario Testino.

Estilistas como Isaac Mizrahi, Oscar de la Renta e Carolina Herrera assinam o figurino do editorial.

Comentário final. Esse menino é a cara do Jesus Luz.

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