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BASTHIANNA NO RIO À PORTER

Basthianna apresentou-se às 16h do dia 10.01, logo depois de My Philosophy.

Mas a história foi diferente.

Não que os designers não tenham usado as tendências do ano passado na composição da coleção. No entanto, conseguiram mesclar tudo de maneira muito agradável, inclusive com itens de estamparia floral, o que eu acho maravilhoso, já que é inverno.

Podemos identificar o militarismo, as rendas, a meia com sandália, a cintura bem marcada – com um cinto coringa rústico bem lindo -, macacão, volumes na parte debaixo – lembram da saruel, né? – , maxicolares, as camisas, que permanecem eternas. A cartela de cores é bem neutra, muito bege, marrom, verde.

Achei divertido, e supervendável, aliás, o modo como os stylists fizeram os looks, misturando várias tendências que não têm nada a ver, a primeira vista, como o militar com as rendinhas.

estou achando que esse shortinho, tipo de correr, mas bem acabado e bonitinho vai ser o novo short jeans desse ano. MENTALIZEI!

Open boot de couro desgastado + meia do mesmo tom, amei.

 

E o que acharam? Não sei onde vende a marca aqui em Brasília, mas ela é do Rio. Significaaa

 

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MY PHILOSOPHY NO RIO À PORTER – UMA VISÃO COMERCIAL

Como alguns devem saber, estudo Administração, e é sempre bom ver o que aconteceu no Rio à Porter, que é onde as marcas são apresentadas ao mercado, compradores em potencial. Enfim, são produzidos artigos mais comerciais, que têm grandes possibilidades de emplacar junto aos consumidores.

E a marca My Philosophy foi uma dessas marcas a desfilarem, no dia 10.01.

A coleção emplaca, definitivamente. Carrega tudo o que fez sucesso em 2010, como as transparências, as rendas, a influência Balmain nos ombros estruturados e na atitude rocker, os comprimentos mini. Mas o interessante são as meias-calça de todos os jeitos e tamanhos, inclusive de lurex, que eu achei lindo! Até a wet legging encontra seu lugar, mas como uma calça skinny mais comprida.

É legal, deve vender bastante, e é isso. Não é o que gostaria de ver em uma passarela, mas analisando de forma estritamente comercial, a marca cumpriu seu papel com perfeição. Sem medo de ficar datada ou repetitiva.

 

Amo lurex!, mais um indicativo do revival da discoteca 70s nesse ano

CREDO que horror esse vestido. Um drapeado muito feio + uma telinha mosquiteiro vagabunda dessas. Talvez você, querida leitora, não vá usar um vestido desses, mas eu conheço, pensando por alto, muitas gurias que morreriam por ele.

 

Vambora né.

 

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EMANUELA DE PAULA PARA VOGUE BRASIL

A modelo brasileira Emanuela de Paula ilustrando a capa da Vogue de janeiro, fotografada por Jacques Dequeker.

Gente, estrutura óssea impressionante + cabelo bapho + brasilidade. Ponto para a revista, tirando esse layout péssimo, tipografia horrorosa. Enfim.

Já vendo a fila para comprar os pós bronzeadores e a volta do rosto megailuminado.

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Alice!

Ontem fui assistir Alice em 3D, meio sem saber o que esperar, já que muitas pessoas haviam visto e saído sem gostar do filme.

E eu saí sem saber o que pensar. A Alice, de Mia Wasikowska é muito sem graça, quase sequelada. Mas talvez essa fosse a intenção de Tim Burton, vai saber, ao escalá-la para o papel. De qualquer modo, ela é bem linda, nude, com os cabelos ótimos. E os vestidos que ela usa são um caso a parte, eu amei, particularmente, o da foto abaixo, que é o que ela usa quando encolhe.

Existem alguns pontos extremamentes favoráveis no filme, como Johnny Depp como Chapeleiro Maluco, Helena Bonham-Carter como Rainha de Copas e o Gato louco, que vive virando fumaça.

Johnny Depp é o mentor de Alice, em Wonderland, com um papel muito extendido, bem incorporado, que pula da loucura total à catatonia à sabedoria em poucos segundos. O figurino e maquiagem são um primor, com os cílios brancos, a olheira de sombra beringela e a pálpebra móvel azul.

A Rainha de Copas deve ser minha favorita. Helena Bonham-Carter está ótima, psicanaliticamente bem estruturada, indo da megalomania ao total desamparo em poucos segundos. A maquiagem é linda, com a boquinha anos 20 em forma de coração e a pele perfeita. Mas os cílios são minha parte favorita, já que o postiço dos cílios inferiores foram colados abaixo da linha d’água, aumentando, e muito, os olhos. Adorei também a  sombra azul e a sobrancelha desenhada a la Edith Piaf.

O Gato é lindo, quase fiel à obra da Disney, só que muito mais hype. Cinza com azul neon, e aquele sorriso de ponta a ponta, imprime humanidade e realismo, embora, tendencioso à loucura e à imparcialidade.

Não gostei muito da Anne Hathaway como Rainha Branca, com todo aquele jeitinho mãos pra cima, princesa Disney, mas ela, e toda sua corte, ficaram ótimas com os cabelos platinados e as sobrancelhas escuras. Além do batom roxo, quase preto. A Rainha é, definitivamente, minha personagem favorita no quesito beleza. As roupas são de um branco divino, quase etéreo, cheio de transparências e rendas e firulas a mais. Quase um Dior. Até o cavalo tem um milhão de pérolas na sua sela.

A lagarta psicodélica aparece muito mais sábia, com a voz do Snape do Harry Potter, mas menos, muito menos enigmática. Aposto que no narguilé dela não tinha maconha dessa vez.

E o coelho, quase um lord inglês! Polido e bem-vestido nos mínimos detalhes, é o membro mais calmo da resistência à Rainha de Copas, com a expressão séria, humana,  e o que teve o papel mais reduzido.

O 3D deixa o filme mais legal, como na hora em que a Alice cai no buraco, ou encolhe, mas não é um recurso indispensável.

Mas só assistindo mesmo para formar alguma opinião, ou não.

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