Arquivo da categoria: hair

KLAUS NOMI

Estava eu futricando minunciosamente por alguma coisa que realmente agregasse algo, e acabei achando o maior divo da história desse mundinho que já já acaba.

Klaus Nomi foi um cantor de ópera new wave protopunk underground que ninguém acredita. Trabalhou com gente incrível como o David Bowie, e inspirou tudo que é gente montada de hoje em dia, como a Siouxsie ou a Lady Gaga.

Alemão, contra-tenor e sopranista, super estilizado e teatral, morreu em ’83, uma das primeiras vítimas conhecidas da AIDS, quando a mesma era praticamente desconhecida. Pelo visto, são poucas as pessoas que gostam de suas músicas, porque às vezes pode ser uma coisa meio tranqueira, o pior dos anos 80, sabe, mas ao mesmo tempo é bem genial, pela mistura de ópera com sintetizadores e new wave.

Mas fiquei maravilhada mesmo foi com a parceria entre Nomi e Bowie em uma apresentação no Saturday Night Live, de ’79. Infelizmente não consegui o vídeo, mas o áudio é bem high quality e a vida vale mais depois de assistir a isso.

Gente, e olha isso, que incrível. Claro que ninguém imitou ninguém, visto que o estilo está aí para quem quiser, mas eis Lady Gaga em “Born This Way” com um terno com a mesma modelagem da versão de plástico de Klaus Nomi.

Para quem quiser conhecer mais,

e toda sua performática maravilhosa em um vídeo ao vivo

esse acima, é um gif incrível, não sei pq não está aparecendo, mas é só clicar na imagem!

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LARA STONE PARA VOGUE PARIS DE FEVEREIRO, POR MARIO SORRENTI

Fazia um bom tempo que não postava nada sobre a musa do blog, então fiquem com a prévia do que será o editorial de Lara Stone para a Vogue Paris de fevereiro.

Linda, linda. Lembra bastante a Jerry Hall, uma das primeiras supermodelos do mundo, e ex-mulher de Mick Jagger, mãe da Georgia Jagger.

E pelo que tudo indica, os anos 70 disco music estão voltando com tudo nessa vida!

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RETRO

Gente, eu sei que vocês são super modernos e antenados, e querem saber é do novo. Mas podemos cair nas graças desse ser vintage?

Das unhas dos pés vermelhas, assim como o batom, somados ao lindo cabelo cacheado formam a moldura perfeita para a fusão entre o moderno e o novo. Todo mundo enxergando a maxiclutch?

Linda né?

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CABELEIRA DE PENA

Depois de cenas bizarras da vida como essa,

chega um tititi sobre o megahair de penas!

Quem surgiu com essa possível – mas não provável – tendência foi uma designer de jóias e bolsas Wendy Nichol . As extensões estão a venda em seu estúdio no Soho, NY.

E aí gente?

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CHANEL SPRING 2011 MAIS ROQUEIRA

Saiu a campanha de primavera 2011 da Chanel, com a Freja e Stella Tennant, e fotografada pelo artista superpolivalente Karl Lagerfeld.

Olhando superficialmente, são os mesmos terninhos de tweed, nas cores básicas da vida, mas o styling deu um jeito e transformou os looks numa coisa mais rock’n’roll, com muitas influências do estilo dos motoqueiros, tipo que usam Harley Davidson, sabe?

Gente, olha que brega esse Baptiste Giabiconi de concurso da camiseta molhada.

Lindo o grafismo da primeira bolsa, né? Entrando na wishlist imaginária, risos.

Fazendo um link com o cinema, indico o filme ‘Easy Rider’, ou ‘Sem Destino’, em português, que mostra 2 motoqueiros da contracultura dos anos 60 cruzando os EUA sem lenço nem documento, usando muita maconha e falando muita besteira. Um clássico do Cinema Novo estadunidense, que rendeu a Jack Nicholson sua primeira indicação ao Oscar. Vale muito a pena ver o trailer!

O filme é de 1969, e tem aquela música que todo mundo adora, do Steppenwolf, ‘Born to be Wild’. Além de mostrar muito a vida em comunidade hippie, um dos meus filmes favoritos, é bem bapho!

 

 

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EDIE SEDGWICK CONHECE A ANDROGENIA

Editorial fotografado em uma luz meio caleidoscópica por Sofia Sanchez e Mauro Mongiello, a modelo Milou van Groesen encarna uma mistura da androgenia com Edie Sedgwick, uma das musas de Andy Warhol para a Numéro #119.

 

 

Edie Sedgwick:

 

cabelos + maxibrincos são as variáveis da fórmula para o styling da modelo Milou van Groesen.

Aliás, tem um filme bem legal, estrelado pela Sienna Miller, ‘Factory Girl’, que conta justamente a história da modelo/socialite/atriz/usuária de barbitúricos inglesa Edie Sedgwick

 

Influências vêm e vão.

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EMANUELA DE PAULA PARA VOGUE BRASIL

A modelo brasileira Emanuela de Paula ilustrando a capa da Vogue de janeiro, fotografada por Jacques Dequeker.

Gente, estrutura óssea impressionante + cabelo bapho + brasilidade. Ponto para a revista, tirando esse layout péssimo, tipografia horrorosa. Enfim.

Já vendo a fila para comprar os pós bronzeadores e a volta do rosto megailuminado.

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O QUE REPRESENTA A TRANSFORMAÇÃO RADICAL DE DILMA ROUSSEF – UMA REFLEXÃO

 

Juntamente com a chegada de um novo ano – e todos os seus votos de esperança -, o início de 2011 significou, do mesmo modo, a posse de Dilma Roussef na presidência do Brasil.

Talvez não devesse fazer qualquer tipo de conotação política, mas sou favorável à Dilma, e creio que todos nós, como cidadãos, devemos apoiar e torcer por seu trabalho, enquanto ainda há esperança, como dito acima.

Entretanto, o tópico primordial não é sobre sua carreira política ou sobre os ministros que tomaram posse nos últimos dias, mas sobre a transformação radical de seu visual. Proponho que levantemos uma reflexão sobre o assunto.

Faz algum tempo que começou a especulação sobre quem seria a candidata de Lula ao governo, e o nome mais lembrado era o da ministra da Casa Civil, Dilma Roussef. Uma escolha arriscada, pensava, já que a ministra foi militante contra a ditadura, com histórico de assalto a bancos e tudo, e conheço algumas pessoas que apedrejaram-na por esse fato isolado, que ocorreu em um momento singular, radicalmente diferente do hoje. E a situação era um tanto pior, já que Dilma não tinha – e continuou não tendo – experiência em cargos políticos. Mas o que era difícil complicou-se. Sua imagem pessoal.

Dilma era observada como sendo forte, truculenta, brava, rude, persistente. E sua imagem exterior era a de uma mulher envelhecida, sem grandes vaidades, cuja preocupação primordial era o trabalho. Características que, durante o período até sua indicação à candidatura, foram explicitamente manipuladas, já que a população não simpatizava com o que sua figura representava.

Desde então, apesar de um câncer, Dilma participou de um extreme makeover. Suas roupas antigas sumiram, seus cabelos foram gradualmente transformados, e foi observado inclusive pequenas correções estéticas em seu rosto. Celso Kamura foi o hairdesigner responsável e até Alexandre Herchcovitch cuidou de seu styling. Uma equipe de peso para que Roussef fosse considerada com mais simpatia pelos eleitores.

E é exatamente isso que deveria suscitar uma discussão. Obviamente a educação e gentileza posteriores são favoráveis, já que sempre são pontos a serem aprimorados por qualquer indivíduo, mas é importante que avaliemos até onde sua identidade visual realmente faz diferença, principalmente em um cargo como o de Dilma, chefe de Estado. É racional que a opinião pública se transforme apenas pelas mudanças de um look? É possível que com esse comportamento em massa os marqueteiros políticos passem a desconsiderar outros fatores que possam ser infinitamente mais relevantes, como sua experiências, práticas e discurso? Porque, pelo que pudemos observar, essas eleições foram as menos sérias possíveis, no que concerne à parte pragmática e de conteúdos das campanhas e debates dos candidatos. Exceto pela candidata Marina Silva, me arrisco a dizer, que sempre explicitava seus planos de governo.

 

Dilma está linda, seu cabelo está espetacular, e as dicas de styling foram essenciais. Mas e o que a candidata de fato representava além do superficialismo pela qual foi julgada pela opinião em geral?

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CABELOS

não acredito em cabelo da moda, ou qualquer coisa do tipo.

Claro que estão usando muito um ombré hair, por exemplo, ou raspado na lateral, mas isso quer dizer pouca coisa.

Cabelo é pessoal demais, é a moldura espelho da personalidade, do rosto.

CURTOS

1. Jane Seberg. A maravilhosa de Acossado, de Godard. Gente, esse filme é de 1959, pensa no quão fenomenal deve ter sido a reação do mundo com esse cabelo.

2. cuia indianista

3. 20s assimétrico

4.  desfiado

5. Mayana Moura, com seu cabelinho 20s. Sou apaixonada, juro, assisto Passione por causa dela haha

5. franja + muito volume

MÉDIOS

1. com textura e tonalizado

2. partido no meio + escova de rica

LONGOS

1. liso com textura

2. cacheadíssimo avermelhado

(linda essa menina de jerusalém né)

2. cabelo bem fino, levemente ondulado, com as pontas levemente mais claras. muito comprido gente, chega no umbigo.

3. liso, mas com alguma ondulação e uma franjinha. bem charlotte gainsbourg

4. luzes + ondas perfeitas. AFF para mim esse é o pior de todos, mas muita gente gosta né

BAPHO

1. descabelamento + trança espinha de peixe, do desfile da Dior. Amo muitíssimo essa cor, um louro tão outono, bosque e tal

2. eletrochoque + make maravilhoso, vide o blush

3. coque alto bem arrumadinho + turbante

4. cachinhos + lenço

(anos 20. estrutura óssea + traços perfeitos)

5. topetão 50s

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UM BOA NOITE

Amo o Johnny Depp. Talvez por ele ser um grande ator, ou por ser a coisa mais charmosa do mundo. Mas acho que deva ser pelo seu senso de estilo apuradíssimo.

Um mendiguismo, malandro da night, indígena, don juan largado e kitsch.

E meu boa noite, com algumas fotos da premiére de “Tourist”, em algumas cidades.

jequinha hype

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